Jovens demais, para tanta convicção.
Muitos podem pensar isso: que Daniel, quando levado cativo para a Babilônia, já era adulto, com experiência suficiente para saber o que era certo ou errado. A verdade, no entanto, é que Daniel e seus amigos foram levados cativos ainda adolescentes (cap 1:4); portanto, jovens demais para ter tanta convicção sobre crenças e doutrinas, certo?
ERRADO! A convicção de Daniel e seus amigos é vista na adolescência. Mesmo sendo prisioneiros em outro país, eles ousaram questionar os costumes ali estabelecidos, pois eram contrários aos que aprenderam desde a infância. Mesmo tão jovens, eles sabiam que as doutrinas e os “manjares” babilônicos não serviam, e o mais importante: Sadraque, Mesaque e Abednego preferiram morrer do que adotar doutrinas idólatras (cap 3:16-18) e Daniel preferiu a cova dos leões do que negar a Deus (cap 6:22).
A sociedade atual insiste em colocar os adolescentes e jovens como pessoas indecisas, frágeis, emocionalmente vulneráveis e incapazes de tomar decisões importantes sozinhas; mas o exemplo prático demonstrado por diversas vezes no livro de Daniel nos mostra justamente o contrário: jovens convictos, cumpridores da lei e inegociáveis quanto à sua doutrina.
Esta é a postura que queremos ver: Jovens batistas convictos, cumpridores da lei do amor, que pregam o evangelho, que cuidam dos necessitados e que preferem perder tudo a renunciar a fé em Cristo Jesus.
Jovem, não se esqueça: em Deus somos abençoados, fortes e mais que vencedores. Esse é o nosso estilo de vida.
“…. Eu vos escolhi jovens, porque vocês são fortes… (I João 2:14).

Autoria: Jonatas Oliveira.
Cong. Batista no Jd Helena, SP-Capital
Presidente da Jubesp.